Segunda-feira, Abril 27, 2009
Domingo, Abril 26, 2009
Cada vez mais perto!
Campeonato Distrital da 1ª Divisão - Série A
Fase de Apuramento de Campeão - 5ª Jornada
Campo Carriça - 16h00
Fase de Apuramento de Campeão - 5ª Jornada
Campo Carriça - 16h00
Pelado em estado razoável
Cerca de 100 espectadores
Ao intervalo: 0-0
Ao intervalo: 0-0
Era sem dúvida o jogo grande de jornada, não só pelo que poderia trazer a nível da tabela classificativa, mas também por todo o mediatismo que se gerou em torno da antecipação da jornada.
O jogo começou equilibrado, com ambas as equipas a igualarem-se ao longo do terreno. Coube aos estudantes a primeira grande oportunidade do jogo, na sequência de um livre cobrado por Pissarra, mas valeu a atenção do guardião Fernando. O Coja tentava reagir mas revelava-se ineficaz no último terço do terreno, apenas se conseguindo aproximar da baliza estudantil, e com pouco perigo, através de bolas paradas. Já a Académica continuava perto do golo, a segunda grande oportunidade pertenceu a Castanheira que junto ao poste da baliza esteve muito perto de inaugurar o mercador. Pouco tempo depois, Bruno com um grande passe a rasgar a defensiva local conseguiu isolar Willy que no cara a cara com o guardião errou o alvo por muito pouco. Até ao intervalo destaque ainda para a melhor oportunidade dos primeiros 45 minutos, Castanheira isolado obriga Fernando a uma intervenção soberba, seguramente a melhor da tarde.
O primeiro tempo terminava com o nulo no marcador, o que se revelava algo injusto para as hostes conimbricenses.
Os segundos 45 minutos faziam querer um jogo mais animado e de facto, foi o que aconteceu, com as equipas a revelarem uma grande entrega e uma busca incessante pela vitória. O Coja subiu de rendimento e conseguiu neste segundo tempo criar verdadeiras oportunidades de golo junta da baliza forasteira, ainda assim, a AAC não baixava a guarda e oscilava entre o eficaz a defender e perigosa a atacar. Todavia, o primeiro sinal de grande perigo do segundo tempo foi pertença dos da casa, Ricardo Simões de livre directo obrigou Valter a uma intervenção difícil e Dias na recarga acertou no poste. Escassos minutos depois novamente o guardião estudantil a ser posto à prova, realizando uma defesa, ainda que a 2 tempos, se revelaria de grande qualidade. Por sua vez, a Académica em rápidos contra-ataques instaurava o perigo na área cojense, até que acabaria mesmo por chegar ao único golo do encontro, com assinatura de Willy, que numa jogada de insistência desferiu um potente remate à entrada da área, com a bola a entrar "lá onde o cucu mora". No rescaldo do golo sofrido, os da casa subiram e iam empurrando os académicos para a sua baliza, mas estes realizaram uma exibição imaculada a nível defensivo e acabariam por garantir uma vitória preciosíssima e dado um passo de gigante rumo ao título.
Em jeito de conclusão, destacaria a situação caricata pela qual os jogadores da AAC-SF tiveram que passar, falo obviamente do equipar no autocarro, uma vez que nos havia sido recusada a abertura do balneário para nos equiparmos. Quanto a uma outra situação que me parece oportuno abordar, diria apenas que na AAC-SF não existem suplentes...SOMOS TODOS TITULARES e se fazemos parte de uma equipa é porque temos valor para isso, e faço referência a esta situação porque se tentou ao longo desta semana desvirtuar uma eventual vitória estudantil em solo cojense alegando que os "titulares" não poderiam estar presentes neste jogo, situação que acabaria por não corresponder a realidade, ora, para os mais distraídos indicava que a Secção apresentou apenas 15 elementos em Coja, dos quais só 12 estariam em plena capacidade para o exercício da sua função. Assim sendo, acho que tenho que concordar com algumas vozes que dizem que há por aí muito boa gente no futebol distrital que se preocupa com os direitos dos animais, lançando campanhas de adopção a uma raça sui generis, isto é que, ao contrário das outras em vez de se colocar a questão da extinção, coloca-se a questão do "boom" de nascimentos...falo claro está do querido..."Bode Expiatório".
O jogo começou equilibrado, com ambas as equipas a igualarem-se ao longo do terreno. Coube aos estudantes a primeira grande oportunidade do jogo, na sequência de um livre cobrado por Pissarra, mas valeu a atenção do guardião Fernando. O Coja tentava reagir mas revelava-se ineficaz no último terço do terreno, apenas se conseguindo aproximar da baliza estudantil, e com pouco perigo, através de bolas paradas. Já a Académica continuava perto do golo, a segunda grande oportunidade pertenceu a Castanheira que junto ao poste da baliza esteve muito perto de inaugurar o mercador. Pouco tempo depois, Bruno com um grande passe a rasgar a defensiva local conseguiu isolar Willy que no cara a cara com o guardião errou o alvo por muito pouco. Até ao intervalo destaque ainda para a melhor oportunidade dos primeiros 45 minutos, Castanheira isolado obriga Fernando a uma intervenção soberba, seguramente a melhor da tarde.
O primeiro tempo terminava com o nulo no marcador, o que se revelava algo injusto para as hostes conimbricenses.
Os segundos 45 minutos faziam querer um jogo mais animado e de facto, foi o que aconteceu, com as equipas a revelarem uma grande entrega e uma busca incessante pela vitória. O Coja subiu de rendimento e conseguiu neste segundo tempo criar verdadeiras oportunidades de golo junta da baliza forasteira, ainda assim, a AAC não baixava a guarda e oscilava entre o eficaz a defender e perigosa a atacar. Todavia, o primeiro sinal de grande perigo do segundo tempo foi pertença dos da casa, Ricardo Simões de livre directo obrigou Valter a uma intervenção difícil e Dias na recarga acertou no poste. Escassos minutos depois novamente o guardião estudantil a ser posto à prova, realizando uma defesa, ainda que a 2 tempos, se revelaria de grande qualidade. Por sua vez, a Académica em rápidos contra-ataques instaurava o perigo na área cojense, até que acabaria mesmo por chegar ao único golo do encontro, com assinatura de Willy, que numa jogada de insistência desferiu um potente remate à entrada da área, com a bola a entrar "lá onde o cucu mora". No rescaldo do golo sofrido, os da casa subiram e iam empurrando os académicos para a sua baliza, mas estes realizaram uma exibição imaculada a nível defensivo e acabariam por garantir uma vitória preciosíssima e dado um passo de gigante rumo ao título.
Em jeito de conclusão, destacaria a situação caricata pela qual os jogadores da AAC-SF tiveram que passar, falo obviamente do equipar no autocarro, uma vez que nos havia sido recusada a abertura do balneário para nos equiparmos. Quanto a uma outra situação que me parece oportuno abordar, diria apenas que na AAC-SF não existem suplentes...SOMOS TODOS TITULARES e se fazemos parte de uma equipa é porque temos valor para isso, e faço referência a esta situação porque se tentou ao longo desta semana desvirtuar uma eventual vitória estudantil em solo cojense alegando que os "titulares" não poderiam estar presentes neste jogo, situação que acabaria por não corresponder a realidade, ora, para os mais distraídos indicava que a Secção apresentou apenas 15 elementos em Coja, dos quais só 12 estariam em plena capacidade para o exercício da sua função. Assim sendo, acho que tenho que concordar com algumas vozes que dizem que há por aí muito boa gente no futebol distrital que se preocupa com os direitos dos animais, lançando campanhas de adopção a uma raça sui generis, isto é que, ao contrário das outras em vez de se colocar a questão da extinção, coloca-se a questão do "boom" de nascimentos...falo claro está do querido..."Bode Expiatório".
Quarta-feira, Abril 22, 2009
Segunda-feira, Abril 20, 2009
Exibição agradável que podia ter terminado em goleada...

Campeonato Distrital da 1ª Divisão - Série A
Fase de Apuramento de Campeão - 4ª Jornada
Estádio Universitário de Coimbra - 16h00
Fase de Apuramento de Campeão - 4ª Jornada
Estádio Universitário de Coimbra - 16h00
Relvado em bom estado
Cerca de 40 espectadores
Ao intervalo: 2-0
Ao intervalo: 2-0
A 4ª jornada da Fase de Apuramento de Campeão do Campeonato Distrital da 1ª Divisão - Série A era aguardada com alguma expectativa, porque se defrontavam os quatro primeiros da classificação. No Estádio Universitário de Coimbra a Académica SF bateu a equipa do Pampilhosense por 3-0, atingindo assim quarta vitória nesta fase em outros tantos jogos, o que deixa a equipa de Coimbra com uma confortável vantagem na liderança.
O jogo começou "vivo", tendo sido a equipa da casa a dar um primeiro aviso após uma desatenção da defensiva forasteira. Pouco depois foi a vez da formação serrana deixar o seu primeiro sinal de perigo que viria a resultar de um pontapé de canto marcado por Rodrigo directamente à baliza e que levou a bola a embater no travessão. Todavia, a Académica estava melhor no jogo e só não chegou à vantagem mais cedo porque Braçal evitou com uma grande defesa uma bomba de Castanheira. Ainda assim, não foi preciso esperar muito para se assistir ao primeiro golo da tarde, numa jogada de insistência da formação estudantil após a marcação de um pontapé de canto, Emmanuel realiza um trabalho exímio junto à linha e cruza ao segundo poste onde aparece Altair a dar o melhor seguimento possível ao cruzamento, estavam decorridos pouco mais de 10 minutos. Após o golo os da casa fizeram da circulação de bola a sua arma, criando excelentes jogadas de envolvência e aproveitando para sair em contra-ataques rápidos. Neste contexto, os estudantes acabariam por dispor de uma oportunidade de ouro para fazer o 2-0 mas Willy depois de fazer tudo bem, quis oferecer o golo a Castanheira permitindo assim o corte de um defesa do Pampilhosense, numa jogada em que se pedia um pouco mais de individualismo ao jogador da turma de Coimbra. À passagem da meia hora o tão almejado golo acabaria por chegar, Mourinho cortou a bola na defensiva e esta acabaria por chegar até Willy que fazendo uso da sua velocidade passou por dois adversários, tirou o guardião do caminho e empurrou para o fundo das redes. Ainda antes do intervalo Willy volta a dispor de uma excelente oportunidade para aumentar a vantagem, mas a bola acabaria por ser salva em cima da linha por o defensor da Pampilhosa da Serra.
No segundo tempo o futebol praticado baixou de qualidade, revelando o jogo alguma monotonia. A Académica relaxou e o Pampilhosense, ainda que sem grande esforço, foi aparecendo mais em jogo e chegando mais perto da baliza adversária. Ainda assim, cada vez que os "capas-negras" aceleravam o ritmo de jogo o perigo rondava a baliza do Pampilhosense, tendo mesmo feito o 3-0 numa situação de 3x1 em que Willy acabaria por introduzir a bola dentro da baliza mas aquando do passe de Xálita, o primeiro já se encontrava em posição irregular, pelo que o golo acabaria por não valer. O último quarto de hora da partida foi sinónimo do melhor Pampilhosense em campo, criando mesmo diversos calafrios a formação academista. Numa primeira situação João Neves e Paulo Marques combinam bem e este último obriga Valter a uma intervenção segura, nada que já não nos venha habituando. Depois após a marcação de um pontapé de canto Capitão surge completamente à vontade no interior da área estudantil e só não reduz a desvantagem porque Bruno acabaria por salvar numa primeira instância o golo sob a linha e posteriormente Paulo Marques, na recarga, não acertou na baliza, passando a bola por cima da barra da baliza.
A equipa da Pampilhosa da Serra perdia então as melhores oportunidades de golo que dispusera durante toda a partida e já mesmo ao cair do pano assistiria ao confirmar da vitória Academista após o Jardel da Secção, de seu nome Altair cabecear pela segunda vez na partida para o fundo das redes de Braçal, selando o resultado com um 3-0.
A Académica somava assim mais uma incontestável vitória antes das importantíssimas deslocações a Coja e a Góis.
O jogo começou "vivo", tendo sido a equipa da casa a dar um primeiro aviso após uma desatenção da defensiva forasteira. Pouco depois foi a vez da formação serrana deixar o seu primeiro sinal de perigo que viria a resultar de um pontapé de canto marcado por Rodrigo directamente à baliza e que levou a bola a embater no travessão. Todavia, a Académica estava melhor no jogo e só não chegou à vantagem mais cedo porque Braçal evitou com uma grande defesa uma bomba de Castanheira. Ainda assim, não foi preciso esperar muito para se assistir ao primeiro golo da tarde, numa jogada de insistência da formação estudantil após a marcação de um pontapé de canto, Emmanuel realiza um trabalho exímio junto à linha e cruza ao segundo poste onde aparece Altair a dar o melhor seguimento possível ao cruzamento, estavam decorridos pouco mais de 10 minutos. Após o golo os da casa fizeram da circulação de bola a sua arma, criando excelentes jogadas de envolvência e aproveitando para sair em contra-ataques rápidos. Neste contexto, os estudantes acabariam por dispor de uma oportunidade de ouro para fazer o 2-0 mas Willy depois de fazer tudo bem, quis oferecer o golo a Castanheira permitindo assim o corte de um defesa do Pampilhosense, numa jogada em que se pedia um pouco mais de individualismo ao jogador da turma de Coimbra. À passagem da meia hora o tão almejado golo acabaria por chegar, Mourinho cortou a bola na defensiva e esta acabaria por chegar até Willy que fazendo uso da sua velocidade passou por dois adversários, tirou o guardião do caminho e empurrou para o fundo das redes. Ainda antes do intervalo Willy volta a dispor de uma excelente oportunidade para aumentar a vantagem, mas a bola acabaria por ser salva em cima da linha por o defensor da Pampilhosa da Serra.
No segundo tempo o futebol praticado baixou de qualidade, revelando o jogo alguma monotonia. A Académica relaxou e o Pampilhosense, ainda que sem grande esforço, foi aparecendo mais em jogo e chegando mais perto da baliza adversária. Ainda assim, cada vez que os "capas-negras" aceleravam o ritmo de jogo o perigo rondava a baliza do Pampilhosense, tendo mesmo feito o 3-0 numa situação de 3x1 em que Willy acabaria por introduzir a bola dentro da baliza mas aquando do passe de Xálita, o primeiro já se encontrava em posição irregular, pelo que o golo acabaria por não valer. O último quarto de hora da partida foi sinónimo do melhor Pampilhosense em campo, criando mesmo diversos calafrios a formação academista. Numa primeira situação João Neves e Paulo Marques combinam bem e este último obriga Valter a uma intervenção segura, nada que já não nos venha habituando. Depois após a marcação de um pontapé de canto Capitão surge completamente à vontade no interior da área estudantil e só não reduz a desvantagem porque Bruno acabaria por salvar numa primeira instância o golo sob a linha e posteriormente Paulo Marques, na recarga, não acertou na baliza, passando a bola por cima da barra da baliza.
A equipa da Pampilhosa da Serra perdia então as melhores oportunidades de golo que dispusera durante toda a partida e já mesmo ao cair do pano assistiria ao confirmar da vitória Academista após o Jardel da Secção, de seu nome Altair cabecear pela segunda vez na partida para o fundo das redes de Braçal, selando o resultado com um 3-0.
A Académica somava assim mais uma incontestável vitória antes das importantíssimas deslocações a Coja e a Góis.
Domingo, Abril 19, 2009
Comunicado
A Secção de Futebol da Associação Académica de Coimbra vem por este meio pronunciar-se sobre a entrevista dada pelo Sr. Luís Leal, representante da Comissão Admnistrativa do Clube Operário Jardim do Alva(C.O.J.A.), relativamente à antecipação da jornada de dia 3 de Maio para dia 26 de Abril.
Em primeiro lugar, a Secção de Futebol da AAC não admite de ninguém insinuações sobre a sua honestidade, idoneidade e luta pela verdade desportiva.
Em segundo lugar, a AAC-SF é totalmente alheia à decisão da Associação de Futebol de Coimbra quanto à alteração da jornada de 3 de Maio para 26 de Abril.
Em terceiro lugar, é um facto que tentámos através de carta e telefone chegar a um entendimento com o C.O.J.A., relativamente à alteração dessa mesma jornada. Todas as possibilidades de entendimento fracassaram única e exclusivamente por manifesta falta de vontade dos mesmos que, durante o processo, não só não aceitaram nenhuma das nossas sugestões, como também nunca apresentaram uma alternativa que lhes conviesse, o que na nossa óptica constitui uma tentativa descarada de aproveitamento da situação, subvertendo aí sim a verdade desportiva.
Em quarto lugar, os resultados desportivos obtidos dentro do campo pela Secção de Futebol da Associação Académica de Coimbra não deixam qualquer margem de dúvidas relativamente ao mérito do lugar que ocupa. A nossa última derrota para um jogo do campeonato data dia 23/11/2008, sendo que desde então, apenas em três ocasiões não saímos de campo com os três pontos. Na fase final de apuramento do campeão contamos por vitórias os jogos realizados até ao momento.
Apesar do supracitado, não nos sentimos campeões da 1ª Divisão Série A da Associação de Futebol de Coimbra.
Podem considerar-se sim, “campeões”, todos os elementos da Secção de Futebol, pelo facto de nesta altura do campeonato sermos a única equipa que depende exclusivamente de si para alcançar o objectivo a que se propôs no início do Campeonato, mesmo tendo um orçamento que se cinge às inscrições, organização dos jogos em casa e despesas logísticas. Nenhum elemento do plantel sénior masculino, equipa técnica ou da direcção recebeu até hoje um euro que fosse por representar a secção. Nestas condições temos que forçosamente sentir orgulho, pois há equipas a ombrear connosco neste campeonato com orçamentos “milionários” para a divisão em questão. Talvez por isso alguns tenham que arranjar desculpas que expliquem o fracasso desportivo após um investimento avultado.
Para finalizar não podemos deixar de manifestar que no nosso entendimento existe matéria para instaurar processo disciplinar ao C.O.J.A., pelas gravíssimas insinuações produzidas relativamente à Secção de Futebol da Associação Académica de Coimbra e à Associação de Futebol de Coimbra. Por este motivo enviaremos para a Associação de Futebol de Coimbra uma cópia do artigos publicados nos jornais “Princesa do Alva”, “Diário as Beiras” e no blogue futebol distrital coimbra.
Com os melhores cumprimentos
Rui Castro Pita, Presidente da AAC-SF
Em primeiro lugar, a Secção de Futebol da AAC não admite de ninguém insinuações sobre a sua honestidade, idoneidade e luta pela verdade desportiva.
Em segundo lugar, a AAC-SF é totalmente alheia à decisão da Associação de Futebol de Coimbra quanto à alteração da jornada de 3 de Maio para 26 de Abril.
Em terceiro lugar, é um facto que tentámos através de carta e telefone chegar a um entendimento com o C.O.J.A., relativamente à alteração dessa mesma jornada. Todas as possibilidades de entendimento fracassaram única e exclusivamente por manifesta falta de vontade dos mesmos que, durante o processo, não só não aceitaram nenhuma das nossas sugestões, como também nunca apresentaram uma alternativa que lhes conviesse, o que na nossa óptica constitui uma tentativa descarada de aproveitamento da situação, subvertendo aí sim a verdade desportiva.
Em quarto lugar, os resultados desportivos obtidos dentro do campo pela Secção de Futebol da Associação Académica de Coimbra não deixam qualquer margem de dúvidas relativamente ao mérito do lugar que ocupa. A nossa última derrota para um jogo do campeonato data dia 23/11/2008, sendo que desde então, apenas em três ocasiões não saímos de campo com os três pontos. Na fase final de apuramento do campeão contamos por vitórias os jogos realizados até ao momento.
Apesar do supracitado, não nos sentimos campeões da 1ª Divisão Série A da Associação de Futebol de Coimbra.
Podem considerar-se sim, “campeões”, todos os elementos da Secção de Futebol, pelo facto de nesta altura do campeonato sermos a única equipa que depende exclusivamente de si para alcançar o objectivo a que se propôs no início do Campeonato, mesmo tendo um orçamento que se cinge às inscrições, organização dos jogos em casa e despesas logísticas. Nenhum elemento do plantel sénior masculino, equipa técnica ou da direcção recebeu até hoje um euro que fosse por representar a secção. Nestas condições temos que forçosamente sentir orgulho, pois há equipas a ombrear connosco neste campeonato com orçamentos “milionários” para a divisão em questão. Talvez por isso alguns tenham que arranjar desculpas que expliquem o fracasso desportivo após um investimento avultado.
Para finalizar não podemos deixar de manifestar que no nosso entendimento existe matéria para instaurar processo disciplinar ao C.O.J.A., pelas gravíssimas insinuações produzidas relativamente à Secção de Futebol da Associação Académica de Coimbra e à Associação de Futebol de Coimbra. Por este motivo enviaremos para a Associação de Futebol de Coimbra uma cópia do artigos publicados nos jornais “Princesa do Alva”, “Diário as Beiras” e no blogue futebol distrital coimbra.
Com os melhores cumprimentos
Rui Castro Pita, Presidente da AAC-SF
Segunda-feira, Abril 13, 2009
Quarta-feira, Abril 08, 2009
Guerreiros!

Campeonato Distrital da 1ª Divisão - Série A
Fase de Apuramento de Campeão - 3ª Jornada
Campo Lagares - 16h00
Fase de Apuramento de Campeão - 3ª Jornada
Campo Lagares - 16h00
Pelado em bom estado
Cerca de 200 espectadores
Ao intervalo: 0-3
Extremamente desfalcada pelas inúmeras lesões (7!!!) que afectam o plantel estudantil, a Académica foi ao complicadíssimo campo do Lagares da Beira com o objectivo de dar seguimento ao excelente momento que atravessa e acabou por de lá sair com a liderança ainda mais cimentada.
Numa primeira parte perfeita, os estudantes aliaram à inteligência a eficácia e por isso, o resultado que se registava ao intervalo só poderia surpreender quem não estivesse no Campo Lagares. De facto, os visitantes entraram melhor e cedo se adiantaram no marcador uma vez mais pelo inevitável Castanheira, que após receber a bola de Willy fê-la passar por cima do seu adversário directo e atirou para o fundo das redes. A resposta dos da casa surgiu ainda que de forma tímida, realizando uma boa circulação de bola na sua linha mais defensiva, mas sem nunca conseguir efeitos práticos quando se exigia a transição da defesa para o ataque, também muito por culpa da eficácia defensiva que os jogadores do emblema de Coimbra vinham realizando. A meio do primeiro tempo o marcador voltaria a sofrer alteração e mais uma vez para o lado dos "capas negras", com Willy cara a cara com o guardião do Lagares a não desperdiçar. A história não se alterou, ou seja, o Lagares continuava com bola e a fazê-la circular no seu sector defensivo, mas, sem causar qualquer perigo para as redes de Valter. Mesmo em cima do apito para o descanso os de negro fariam o seu terceiro golo, desta feita com a assinatura de Emmanuel (estreante a marcar), na sequência de uma jogada de grande qualidade de Xálita.
No reatar do segundo tempo, a Académica sentiu muitas dificuldades, perante uma equipa "de orelhas puxadas" e com um público fantástico que, na minha modesta opinião, fui uma das principais armas do lagares no segundo tempo. Logo à abrir os da casa reduziam através de um lançamento de linha lateral, Hélder Isidoro antecipou-se ao guardião Valter e desviou para dentro. O Lagares carregava, mas, pertenceu a Académica uma grande ocasião de golo, na qual Miguel totalmente isolado com o guardião lagarense tentou colocar demasiado a bola e esta acabaria por passar muito perto da baliza. Pouco depois os da casa chegariam ao 2-3, num lance infortuito para Altair que ao tentar cortar a bola, coloca-a no fundo das redes. Até ao final, assistiu-se a um Lagares muito forte que encostou os estudantes a sua baliza, estando mais uma vez muito perto do golo, numa situação em que a bola chega mesmo a ir ao travessão da baliza estudantil, ainda assim mérito para os estudantes que defendendo afincadamente com "unhas e dentes", conseguiram sair de Lagares da Beira com os três pontos e acabariam por aumentar a vantagem em relação aos seus perseguidores.
Numa primeira parte perfeita, os estudantes aliaram à inteligência a eficácia e por isso, o resultado que se registava ao intervalo só poderia surpreender quem não estivesse no Campo Lagares. De facto, os visitantes entraram melhor e cedo se adiantaram no marcador uma vez mais pelo inevitável Castanheira, que após receber a bola de Willy fê-la passar por cima do seu adversário directo e atirou para o fundo das redes. A resposta dos da casa surgiu ainda que de forma tímida, realizando uma boa circulação de bola na sua linha mais defensiva, mas sem nunca conseguir efeitos práticos quando se exigia a transição da defesa para o ataque, também muito por culpa da eficácia defensiva que os jogadores do emblema de Coimbra vinham realizando. A meio do primeiro tempo o marcador voltaria a sofrer alteração e mais uma vez para o lado dos "capas negras", com Willy cara a cara com o guardião do Lagares a não desperdiçar. A história não se alterou, ou seja, o Lagares continuava com bola e a fazê-la circular no seu sector defensivo, mas, sem causar qualquer perigo para as redes de Valter. Mesmo em cima do apito para o descanso os de negro fariam o seu terceiro golo, desta feita com a assinatura de Emmanuel (estreante a marcar), na sequência de uma jogada de grande qualidade de Xálita.
No reatar do segundo tempo, a Académica sentiu muitas dificuldades, perante uma equipa "de orelhas puxadas" e com um público fantástico que, na minha modesta opinião, fui uma das principais armas do lagares no segundo tempo. Logo à abrir os da casa reduziam através de um lançamento de linha lateral, Hélder Isidoro antecipou-se ao guardião Valter e desviou para dentro. O Lagares carregava, mas, pertenceu a Académica uma grande ocasião de golo, na qual Miguel totalmente isolado com o guardião lagarense tentou colocar demasiado a bola e esta acabaria por passar muito perto da baliza. Pouco depois os da casa chegariam ao 2-3, num lance infortuito para Altair que ao tentar cortar a bola, coloca-a no fundo das redes. Até ao final, assistiu-se a um Lagares muito forte que encostou os estudantes a sua baliza, estando mais uma vez muito perto do golo, numa situação em que a bola chega mesmo a ir ao travessão da baliza estudantil, ainda assim mérito para os estudantes que defendendo afincadamente com "unhas e dentes", conseguiram sair de Lagares da Beira com os três pontos e acabariam por aumentar a vantagem em relação aos seus perseguidores.
Sexta-feira, Abril 03, 2009
São Pedro de Alva 0-1 Académica SF - Crónica por Pedro Fonseca
Esta semana, e pelos tais motivos profissionais, foi impossível aos habituais autores fazer a crónica do jogo em questão: S. Pedro Alva vs AAC-SF.
Ladeado pelos capitães de equipa Pita e Pissarra, ambos ausentes por lesão, e ainda pelo adjunto Pedro Soares, este castigado, vi um jogo extremamente inteligente por parte dos estudantes, em contraste com a tentativa de futebol directo por parte dos pupilos de Mário Pimpão.
A primeira parte desenrola-se com um domínio tanto territorial como de posse de bola por parte da AAC o que faz com que o golo apareça pelo inevitável Castanheira á passagem dos 25 minutos de jogo. Foram várias lances de perigo a rondar a baliza do S. P. Alva (inclusivé uma em que o defesa da casa tira a bola em cima da linha de golo) mas, como em muitas ocasiões em jogos anteriores, os "capas negras" mostravam-se algo perdulários. A tal tentativa de futebol directo por parte dos visitados nunca surtiu qualquer efeito prático devido ao vento forte que se fez sentir no campo.
Depois do intervalo nota-se a equipa da casa a tentar "soltar-se" no campo, mas mais uma vez sem resultados e a investir muito nos lances de bola parada (num destes lances levam mesmo a bola a embater no poste à guarda de Valter). Os estudantes a terem um controle e posse de bola quase irrepreensíveis e a lançarem contra-ataques algo "venenosos" sempre que possivel (visto estarem a jogar contra o vento) e por várias vezes com possibilidade para "matar" o jogo, coisa que não aconteceu, como disse anteriormente situação já vivida em inúmeros jogos!
O jogo acaba com uma vitória justa para os estudantes, talvez um pouco escassa em número de golos.
De notar o trio de arbitragem que efectuou um trabalho muito positivo, com um erro aqui e ali mas sem qualquer influência no resultado do jogo, muito discreto e sem querer ser o protagonista visto que os actores principais são os jogadores!
Ladeado pelos capitães de equipa Pita e Pissarra, ambos ausentes por lesão, e ainda pelo adjunto Pedro Soares, este castigado, vi um jogo extremamente inteligente por parte dos estudantes, em contraste com a tentativa de futebol directo por parte dos pupilos de Mário Pimpão.
A primeira parte desenrola-se com um domínio tanto territorial como de posse de bola por parte da AAC o que faz com que o golo apareça pelo inevitável Castanheira á passagem dos 25 minutos de jogo. Foram várias lances de perigo a rondar a baliza do S. P. Alva (inclusivé uma em que o defesa da casa tira a bola em cima da linha de golo) mas, como em muitas ocasiões em jogos anteriores, os "capas negras" mostravam-se algo perdulários. A tal tentativa de futebol directo por parte dos visitados nunca surtiu qualquer efeito prático devido ao vento forte que se fez sentir no campo.
Depois do intervalo nota-se a equipa da casa a tentar "soltar-se" no campo, mas mais uma vez sem resultados e a investir muito nos lances de bola parada (num destes lances levam mesmo a bola a embater no poste à guarda de Valter). Os estudantes a terem um controle e posse de bola quase irrepreensíveis e a lançarem contra-ataques algo "venenosos" sempre que possivel (visto estarem a jogar contra o vento) e por várias vezes com possibilidade para "matar" o jogo, coisa que não aconteceu, como disse anteriormente situação já vivida em inúmeros jogos!
O jogo acaba com uma vitória justa para os estudantes, talvez um pouco escassa em número de golos.
De notar o trio de arbitragem que efectuou um trabalho muito positivo, com um erro aqui e ali mas sem qualquer influência no resultado do jogo, muito discreto e sem querer ser o protagonista visto que os actores principais são os jogadores!
Saudações a todos
P.s -> Em nome da AAC-SF aqui fica o nosso muito obrigado pela sua colaboração.
P.s -> Em nome da AAC-SF aqui fica o nosso muito obrigado pela sua colaboração.








